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Maurício Meros

A produção de vacinas no Instituto Butantan



Maurício Meros é o Diretor da Divisão Bioindustrial do Instituto Butantan. Graduado em Engenharia Química pela Universidade de Mogi das Cruzes, fez seu mestrado em Gestão de Projetos na mesma instituição. Com mais de 10 anos de experiência no Instituto, Maurício atualmente dirige a área de fabricação de vacinas e soros que supre as demandas de São Paulo e de outros Estados do Brasil. Além de explicar sobre como uma vacina é produzida, Meros também comenta sobre aspectos do funcionamento das fábricas do Instituto Butantan.



Vera Lúcia Gattás

O que precisamos saber sobre farmacovigilância



Vera Lúcia Gattás é pesquisadora científica IV do Instituto Butantan e atua como responsável técnica da área de Farmacovigilância desde janeiro de 2010. Possui graduação em Enfermagem pela Escola Paulista de Medicina e Doutorado em Doenças Tropicais e Saúde Internacional pelo Instituto de Medicina Tropical da USP. Sua experiência na área de saúde coletiva abrange temas como a vigilância epidemiológica, vacinação, doenças imunopreveníveis, doenças infecciosas emergentes e outros agravos à saúde, como a implantação da vigilância epidemiológica da Doença de Creutzfeldt-Jacob (DCJ). Atuou ativamente na proposição de novas estratégias de vigilância epidemiológica para as Síndromes Febris Íctero-Hemorrágicas Aguda (SFIHA) e na criação dos Núcleos Hospitalares de Epidemiologia.



Viviane Maimoni Gonçalves

Estudos sobre nova vacina, por inalação, contra a pneumonia



Viviane Maimoni Gonçalves trabalha como pesquisadora no Instituto Butantan. Com graduação em Farmácia Industrial, fez seu mestrado na área de Biotecnologia e o seu doutorado em Tecnologia Bioquímico-farmacêutica, todos pela Universidade de São Paulo. Na França, Viviane fez seu pós-doutorado no Instituto Pasteur, mundialmente reconhecido pelos estudos de microrganismos, doenças e vacinas. Atualmente trabalha com pesquisas na área da biotecnologia, mais especificamente com a produção e purificação de biomoléculas, resultando em novos antígenos para vacinas. Sua pesquisa busca a produção de uma vacina celular inalável com fragmentos de Streptococcus pneumoniae que pode auxiliar na produção de uma nova vacina contra a pneumonia, além da possibilidade de estender tal método para outras vacinas, como a da Zika.



Dr. Alexander Precioso



Médico, com doutorado em pediatria pela Faculdade de Medicina da USP. É, desde 2009, diretor do Laboratório Especial de Ensaios Clínicos e Farmacovigilância do Instituto Butantan, coordenador de Gestão Integrada para Ensaios Clínicos e Farmacovigilância. Desde 2007 é membro da Comissão Permanente de Assessoramento e Imunização da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e membro do Comitê Estadual de Referência em Doenças Transmissíveis do Estado de São Paulo. Atualmente representa o Instituto Butantan na Organização Mundial da Saúde na realização de ensaios clínicos para as vacinas de dengue e influenza, além de ser vice-presidente do comitê executivo do Developing Countries Vaccine Manufacturers Network-DCVMN e Membro do Comitê Científico Organizador do Global Vaccine and Immunization Research Forum (GVIRF).